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Novidade!

Reflexões de sabedoria que deixam uma marca.

É difícil explicar para quem já cresceu com tudo na mão, o real valor de todas as coisas da vida. Há pessoas que não conseguem valorizar coisas como amizade, fidelidade, humildade, respeito e educação nas suas vidas. Não existe tempo certo, errado, cedo ou tarde demais, vai acontecer no seu tempo e não por acaso. A vida e o tempo têm jeitos próprios para ensinar cada pessoa o que ela precisa na própria vida, não sofra por antecedência. Seja reservado. Nem todo mundo quer o melhor para você. Infelizmente muitas pessoas são invejosas, negativas e ainda outras são indiferentes sobre a sua vida quando não precisam mais de você. Talvez você não seja tudo o que gostaria, mas sempre seja tudo o que você acredita. O seu corpo e as suas ideias podem não seguir o padrão do grupo, mas se você está bem e em paz consigo mesmo é tudo o que importa. Se você consegue vencer e superar a si mesmo, você não perde para mais ninguém nessa vida. A maior força que uma pessoa pode conquista...


Mudar é árduo e difícil, mas não impossível.


O poder dos outros sobre a sua vida. Essa superação é difícil porque ocorre no momento mais frágil da nossa existência: entre a infância e adolescência, mas se concluída com sucesso, apesar das dificuldades, um mundo de possibilidades se abre. Por outro lado, se você não conseguiu limitar o poder dos outros na sua vida muito provavelmente vai se resignar e obedecer para sempre. Vale a reflexão: até que ponto é saudável para você obedecer e seguir as regras que eles ordenaram?


Aceitar quem é nesse mundo. Olhar no espelho e gostar do que vê, deixar de se incomodar com as críticas, possuir autoconhecimento suficiente para não permitir que outros ditem os seus valores. Para alguns é uma consequência inevitável, mas para muitos outros é uma escolha difícil e por isso vivem para caber no padrão de beleza, inteligência, relacionamento e por aí vai. Um pensamento: Dói mais “cortar” a própria autenticidade ou encarar a realidade e aceitar quem é?


Perdoar e encerrar o ciclo. Muitos vivem e morrem sem superar esse ponto tamanha a dificuldade para desapegar do passado, eles vivem em nome da dor, do fardo, da reclamação e do ciclo infinito de autoflagelação ao lembrar da mágoa e dos vilões dessa história. Alguns sentem certo “prazer” masoquista com esse movimento tamanha a necessidade de problematizar e se vitimizar. Um conselho: Visite o passado ainda hoje e perdoe todo o necessário enquanto ainda há tempo.

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